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O Governo Brasileiro Avança com o Projeto de Construir Barragens num dos Principais Tributários do Amazonas

Tuesday, July 10, 2007
Nas últimas semanas, a atenção do governo brasileiro voltou-se para a difícil tarefa de construir gigantescas barragens hidroelétricas no bacia do rio Amazonas. O projeto apresenta ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma enorme contradição—entre seu ambicioso plano de desenvolvimento econômico baseado na infra-estrutura de grande escala, e os enormes custos sociais e ambientais representados pelas barragens. Por um lado, a construção de barragens tem um papel crucial no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma iniciativa do governo que visa o desenvolvimento da

Em Defesa da Vida e do Rio Xingu

Sunday, October 21, 2007
(em inglês)Nós, Povos Indígenas: Xikrin, Pykajakà, Potikro, Bacajá, Mrotidjam; Kayapó: Kikretum, Kokraimoro, Pukararankre, Kendjam, Moikarakô, Aukre, Kôkôkuedajà, Kararaô; Araweté do Igarapé Ipixuna; Parakanã -- Apyterewa; Assurini do Xingu; Juruna (Pakisamba e Km 17); Xipaya, Kuruaya; Arara do Pará (do Maia, Laranjal e Cachoeira Seca); índios da cidade de Altamira; Apinajé do Estado do Tocantins; Tembé; Gavião e Karitiana de Rondônia; juntos com os movimentos sociais e Organizações Não Governamentais, institutos de pesquisas e Universidade Federal do Pará e ao convite

Liçenca Prévia Hidrelétricas rio Madeira

Monday, July 9, 2007
Texto da liçencia outorgada pelo Ibama para as hidrelétricas Santo Antônio e Jirau.

Licença para usinas no rio Madeira pega Bolívia de surpresa

Wednesday, July 11, 2007
O governo boliviano foi pego de surpresa com a decisão do Ibama de conceder a licença prévia para a construção de duas usinas hidrelétricas no rio Madeira, que nasce com o nome de Mamoré, na Bolívia. Da confluência do Mamoré com o rio Beni, ainda na Bolívia, surge o rio Madeira, na fronteira entre os dois países. Nesta terça-feira, um dia depois do anúncio oficial do Brasil, autoridades do governo boliviano analisavam a possibilidade de divulgar uma nota de protesto, pedindo explicações pela conclusão do Ibama. Outra alternativa em discussão era a divulgação de

O maior tributário do rio Amazonas ameaçado

Friday, September 28, 2007
documento por Amigos da Terra Brasil e outras sobre os impactos das hidrelétricas no rio Madeira

Estudos não-confiáveis

Thursday, November 1, 2007
Resumo por Amigos da Terra Amazonia e International Rivers sobre 30 problemas com o EIA do Complexo rio Madeira levantados por especialistas independentes

Licença para usinas no rio Madeira pega Bolívia de surpresa

Wednesday, July 11, 2007
O governo boliviano foi pego de surpresa com a decisão do Ibama de conceder a licença prévia para a construção de duas usinas hidrelétricas no rio Madeira, que nasce com o nome de Mamoré, na Bolívia. Da confluência do Mamoré com o rio Beni, ainda na Bolívia, surge o rio Madeira, na fronteira entre os dois países. Nesta terça-feira, um dia depois do anúncio oficial do Brasil, autoridades do governo boliviano analisavam a possibilidade de divulgar uma nota de protesto, pedindo explicações pela conclusão do Ibama Outra alternativa em discussão era a divulgação de um

O maior tributário do rio Amazonas ameaçado

Friday, September 28, 2007
Documento por Amigos da Terra Brasil e outras resumindo os impactos dos projetos hidrelétricos no rio Madeira

Alumínio e os Rios

O alumínio é um metal comum conhecido por quase todos no planeta, utilizado na construção de aviões e automóveis, em papel alumínio, panelas e frigideiras; em latas e bandejas dos restaurantes, em caixilhos de janela e fiação elétrica. Suas qualidades lhe garantiram uma presença cada vez maior em bens de consumo de todo o mundo. Entretanto, o custo econômico aparentemente baixo do alumínio e sua onipresença não correspondem aos altos custos para o meio ambiente decorrentes de sua mineração e refinação – florestas destruídas, água contaminada com resíduos de alumíni

Damming the Zambezi for Aluminum: Proposed Dam a "Power Play" to Gain Control of Upstream Dam?

Monday, October 1, 2001
For a couple of weeks in late September, sooty plumes of black smoke billowed from the stacks of the Mozambique Aluminum (Mozal) smelter on the outskirts of the Mozambican capital, Maputo. A year after the plant opened, a cooling tower in the treatment plant corroded and gave way, spewing sulfur dioxide and toxic fluoride into the air. A company official admitted that fluoride was in fact being released, but was quick to claim, "While the black plume now issuing from the top of the treatment plant is unsightly, it is not dangerous." Anabela Lemos of the Mozambique environmental group Livaningo

Dam–Affected Peoples in Brazil Demand Reparations from IADB

Thursday, June 2, 2005
Mr. Enrique V. Iglesias President, Inter–American Development Bank C.C. Members of Board of Executive Directors Washington, D.C. Dear Mr. Iglesias; We are farmers, artisanal gold miners, fisherfolk, and riverbank dwellers, expelled from our homes and work areas by the construction of the Cana Brava Hydroelectric dam, in Goiás state. We are carrying out a demonstration in protest at the Brazilian headquarters of the IDB. We want the Inter–American Development Bank to take concrete and immediate measures to resolve the serious problems affecting our families, as a result of the cons

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